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Frio e outras substâncias na rinite alérgica
Encontramos, nesta época do ano, de mudanças climáticas e de clima seco e frio, um aumento na incidência de doenças respiratórias, inclusive a rinite alérgica, que geralmente é decorrente da exposição do indivíduo a fatores geradores de alergia como poeira (alergênos circulantes pelo ar), fungos, pêlos de animais, pólen, poluentes ambientais entre outros.
No caso da rinite de fundo alérgico, acontece uma reação exacerbada a substâncias que, na realidade, não são potencialmente agressivas ao ser humano. Com isso, é mimetizado um quadro de invasão por um vírus, por exemplo, gerando os sintomas referentes à rinite alérgica, com coriza, espirros, coceira nasal ou na garganta, sintomas estes que aparecem minutos após o contato, podendo reaparecer após horas.
A maior dificuldade neste caso de rinite é como realizar a higiene ambiental e não estar em contato com as substâncias causadoras de alergia. Boas alternativas podem ser casas e quartos bem ventilados, com exposição ao sol, retirada de tapetes, cortinas, bichos de pelúcia e carpetes.
A rinite pode ser controlada através de medicações especificas ou com vacinas antialérgicas, os quais funcionam preventivamente ou melhoram os sintomas.
Uma forma alternativa na prevenção e tratamento da rinite é a Acupuntura, que, agindo através de neurotransmissores, dessensibiliza as substancias alérgicas e propicia ao individuo períodos mais prolongados sem crise. Pode ser realizada em associação com as terapias convencionais, e com isso dá ao paciente uma esperança terapêutica e não convencional.
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